Saturday, October 24, 2009

As guerras no cinema Portugues

http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23283

Vejam o video. Antonio Pedro-Vasconcelos fala da politica da "Cinemateca do Benard da Costa" e da Escola Superior de Teatro e Cinema, em clara posição a Pedro Mexia e outras pessoas com certeza.

Tuesday, October 20, 2009

Políticas da Experiência e o Pássaro do Paraíso


A alienação é a condição do homem normal. A sociedade tem o homem normal em grande estima. Ensina as crianças a perderem-se, a tornarem-se absurdas, isto é, a serem normais (para a sociedade). [...]
Um homem pode alienar-se mistificando-se e mistificando os outros. Pode igualmente ser despojado das suas acções e de si próprio pelo comportamento de outrem. Se estamos despojados da nossa experiência, estamo-lo das nossas acções e estas são-nos de certo modo arrancadas das mãos como os brinquedos das mãos das crianças; estamos privados da nossa humanidade.

R. D. Laing

Monday, September 28, 2009

I won't go, I won't sleep, I can't breathe

Tuesday, September 22, 2009

Videos que sairam do coração

Poema de João Borges por Rui Pena.



Poema de João Borges por Rui Pena.



Poema de Paulo da Costa Domingos por ambos.



Poema de Isabel de Sá por Susana Guimarães.



Poema de Rosa Alice Branco por Susana Guimarães.



Poema de Isabel de Sá por Rui Pena.

Quotidiano, por Carla Gonçalves



"como afirmou Giorgio Agamben, na sua conferência 'Arte, Inoperância, Política' (em Serralves, 2008), ao referir que a arte em si é política, pois, apesar da sua inoperatividade (isto é, afastada das funções comuns dos homens), consiste em abrir aos homens um novo uso possível."







Acrílico sobre imagem de jornal
(retirado do blog "Retroplastias")

Monday, September 21, 2009

Um poeta emergente nas Quintas

As presenças, às quintas

Os Poetas com maior número de presenças nas sessões das "Quintas":

José Luís Peixoto - 6 presenças

valter hugo mãe - 5

Gonçalo M. Tavares - 4

Jorge Sousa Braga - 3

Nuno Júdice - 3

Daniel Maia-Pinto Rodrigues - 3

Filipa Leal - 3


Com isto tudo, podemos dizer que o José Luis Peixoto vai à frente.
(as contas foram retiradas do blog das Quintas de Leitura)

Sunday, September 20, 2009

Sessão no Palacete Viscondes de Balsemão, Porto



Fotografias do lançamento do segundo número da
revista de poesia Brilho no Escuro.


Achei-as no site do Clube Literário do Porto. Aqui fica o link.





Friday, September 18, 2009



Um álbum do Homem T no Flickr.

Fotografias de todas as estátuas.


Tuesday, September 15, 2009

Lançamento da Revista Brilho no Escuro, número 2


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dia 18 de Julho, Sábado
21 horas no Palacete Viscondes de Balsemão
(à Praça Carlos Alberto)
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conta com os poemas de Jorge Melícias, João Borges, Rosa Alice Branco, Isabel de Sá, Paulo da Costa Domingos
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uma produção de Isabel de Sá e Graça Martins, edições Anjo da Guarda
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uma colaboração com a Livraria Poetria, leitura de poemas por Susana Guimarães e Rui Pena

Monday, August 31, 2009

Colecção Livros Proibidos




























Sunday, August 30, 2009

Dois poemas de Sophia de Mello Breyner


Túmulo de Lorca

Em ti choramos os outros mortos todos
Os que foram fuzilados em vigílias sem data
Os que se perdem sem nome na sombra das cadeias
Tão ignorados que nem sequer podemos
Perguntar por eles imaginar seu rosto
Choramos sem consolação aqueles que sucubem
Entre os cornos da raiva sob o peso da força.

Não podemos aceitar. O teu sangue não seca
Não repousamos em paz na tua morte
A hora da tua morte continua próxima e veemente
E a terra onde abriram a tua sepultura
É semelhante à ferida que não fecha

O teu sangue não encontrou nem foz nem saída
De Norte a Sul de Leste a Oeste
Estamos vivendo afogados no teu sangue
A lisa cal de cada muro branco
Escreve que tu foste assassinado

Não podemos aceitar. O processo não cessa
Pois nem tu foste poupado à patada da besta
A noite não pode beber a nossa tristeza
E por mais que te escondam não ficas sepultado


Caxias 68

Luz recortada nesta manhã fria
Muros e portões chave após chave
O meu amor por ti é fundo e grave
Confirmado nas grades deste dia

Tuesday, July 21, 2009

Colette adaptada ao cinema

realizado por Stephen Frears, com Michelle Pfeiffer

baseado nos romances "Chéri" e "La Fin de Chéri"

estreia nacional marcada para 29 de Setembro deste ano

Friday, July 10, 2009

Mais umas palavras sobre Freud

"Em 1895, com a neurastenia em franca expansão, Freud publica um artigo cujo título, hoje mais do que então, é grandemente significativo: "Sobre a Legitimidade de Isolar da Neurastenia Uma Síndroma Particular, a Nevrose de Angústia". A palavra angústia nunca, até aí, fora mencionada em obras de medicina ou de psicologia. Apenas a literatura, desde os fins do século XVIII, propondo-a e adoptando-a com gradual desembaraço, e com ela sugerindo um estado de espírito que pedia definição, ia tentando incuti-la nas nossas renitentes concepções. Freud abria assim a primeira brecha no domínio da fadiga nervosa, até Kierkegaard dar à angústia a sua dignidade filosófica e até, um quarto de século mais tarde, ela vir a ocupar uma posição dominante na patologia mental, como sintoma e como ponto de partida de manifestações neuróticas."
Fernando Namora, Deuses e Demónios da Medicina,
segundo volume, biografias romanceadas, Círculo de Leitores
"Os livros que aparecem no final da sua vida, "L'avenir d' une illusion" e "O mal-estar na civilização" não são talvez tão educativos como os anteriores, mas são mais poéticos. Contêm menos ciência demonstrável, mas mais sabedoria. Em lugar do dissector impiedoso revela-se finalmente o pensador que sintetiza amplamente, em lugar do médico de uma ciência natural exacta, o artista há muito pressentido. [...] Mas esse olhar que contempla a humanidade é sombrio, tornou-se assim porque viu muitas coisas tristes: inentrruptamente, durante cinquenta anos, os homens não mostraram a Freud senão as suas preocupações, os seus mistérios, os seus tormentos e as suas perturbações, umas vezes gemendo e interrogando, outras enfurecendo-se irritados, histéricos, inacessíveis; apenas trabalhou com doentes, vítimas, obcecados, loucos; só o lado triste e abúlico da humanidade apareceu inexoravelmente a este homem durante toda a vida."
Stefan Sweig, Acerca de Freud. Olhar Crescupular Ao Longe
Mental Healers: Franz Mesmer, Mary Baker Eddy, Sigmund Freud, 1932

Sunday, July 5, 2009




Depois de Sete Palmos de Terra, True Blood
por Alan Ball.
Uma série sobre vampiros.






Saturday, July 4, 2009

Abelha na Chuva, uma adaptação de Carlos de Oliveira

A seguir a ler o livro, fiquei muito curioso pelo filme, que é, aliás, considerado uma das obras-primas do realizador Fernando Lopes, juntamente com Belarmino.

Para mim, é um filme que vem já na tradição do outro Oliveira (o Manoel), de fazer de um filme algo equiparável à literatura e ao livro - "o texto visual". Portanto como se vê no filme, Fernando Lopes não quer enveredar por uma adaptação fiél e exacta, não é a sinceridade o vector principal ao verter o romance em filme. O realizador quer trazer do livro imagens, deseja poder chamar a realização (mise-en-scène) de escrita. Logo as imagens do filme autónomas do livro.

Nessa linha, o filme "Abelha na Chuva" assume a estética do fragmento e da repetição. O fragmento porque os momentos narrativos são anulados pelo prolongamento de um plano ou a sua interrupção, cada cena está desfasada da outra (podiamos dizer que a cena do cego e do burro no bosque é a única excepção, e por isso um momento narrativo). A repetição é adquirida como uma característica do autor Carlos de Oliveira, que reescreve algumas frases, como a recordar cada um daqueles sentimentos ou impressões, como a descrição do perfil do cocheiro (isto no livro) ou o travelling que acompanha a personagem Maria Prazeres e em que ouvimos a voz-off (outra característica de Carlos de Oliveira, a voz interior), a falar do "grito reprimido".

Posso falar nas cenas adicionadas ao filme, como a do teatro, em que se representa "Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, obra que serve de prenúncio e é associada a outro amor maldito, o de Clara e Jacinto. Alguns personagens desaparecem e o sofrimento de Álvaro Silvestre é sublimado, passado de leve, e não reforçado como acontece no romance original. O filme, aliás, prestigia o sofrimento na figura sofrimento na figura feminina, nas personagens de Maria dos Prazeres e Clara. jjj jj jjj jjj jj jj j jjjj jjjjjjjjjjj jjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjj jjjjjjjjjjjjjjjjj jjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjj
as actrizes Laura Soveral e Zita Duarte, respectivamente

Friday, July 3, 2009

A Girl's Own Story, de Jane Campion (1985)

Thursday, July 2, 2009

Carlos de Oliveira e Uma Abelha na Chuva


Há muito boa gente que continua a "colar" Carlos de Oliveira ao neo-realismo. Quando se fala de Alves Redol e Soeiro Pereira Gomes (que eu conheço apenas de nome), Carlos de Oliveira é certamente um familiar próximo, não está tão distante quanto se pensa, e no entanto uma excepção, um nome à parte.


Um livro como "Abelha na Chuva" surpreende pela sua brevidade, as coisa acontecem de súbito, como uma derrocada que leva tudo pela frente. Tudo é forma de dizer, é uma coisa só a narrar: quando a história de dois casais choca, a de D. Prazeres e Álvaro Silvestre com a de Clara e Vicente.
Estão expostos dois pressupostos do neo-realismo: a ruralidade de um interior empobrecido e o antagonismo entre as classes (populares-aristocracia). Mas a este romance a lógica oprimidos-opressores é inútil. Há uma grande tristeza que constrange os "fidalgos", Maria Prazeres e Álvaro Silvestre; vivem um casamento frustrado, infeliz. Conhecemos estes personagens pela voz interior, o monólogo interior que remete a angústias passadas que os dois mantêm ocultas um do outro, como o "grito reprimido" que vai nascendo. Eles são, de certo modo, os oprimidos, vivem fechados naquele ambiente, sós. Álvaro Silvestre é o responsável de um crime, apesar de tudo. Desfaz o amor idilico de Clara-Vicente e é culpa o que ele sente. Mas é uma culpa que podemos perdoar. A mim parece-me que o fez sem saber. O amor adolescente que ele ajudou a matar não tinha como sobreviver ali, naquele lugar inóspito e chuvoso, triste, naquela paisagem terrível. É como nos diz o próprio título.

A criança, um tema freudiano

Não deveríamos nós buscar os primeiros indícios da actividade literária já na criança? A sua ocupação favorita mais intensa é brincar. Talvez devêssemos dizer: cada criança que brinca comporta-se como um escritor, na medida em que cria o seu próprio mundo, ou, mais exactamente, transpõe as coisas do seu mundo para uma ordem nova que lhe é agradável. Seria incorrecto afirmar que a criança não leva esse mundo a sério; pelo contrário, leva as suas brincadeiras muito a sério, dispendendo delas uma quantidade de afecto. O que se opõe ao brincar não é o sério mas a realidade. A criança distingue bem os seus jogos da realidade, apesar de todo o investimento afectivo que neles efectua, apoiando, de bom grado, os seus objectos e relações imaginadas em coisas palpáveis e visíveis do mundo real. É neste apoio que reside a diferença entre os "jogos" da criança e o "sonhar acordado".

O escritor procede do mesmo modo que a criança: cria um mundo imaginado, que leva muito a sério, ou seja, o qual dota de grandes quantidades de afecto, distinguindo-o claramente da realidade.
Sigmund Freud, "A Criação Literária e o Sonho Acordado", 1908
Textos Essencias sobre Literatura, Arte e Psicanálise, Publicações Europa-América

Tuesday, June 23, 2009


“Efectivamente é no escuro, é na delicadeza que se ouve a voz. E reparei que este título, “Brilho no Escuro”, tinha alguma coisa a ver com aquela qualidade secreta de magia, de encantamento, da solidariedade da palavra que nos abre, neste momento cruel alheado de tudo, para uma percepção educada da sensibilidade, a que nós chamamos, numa palavra arrojada – Poesia, a poesia que se escreve e a poesia que se vive.”
- Eduarda Chiote na apresentação da
revista Brilho no Escuro

Monday, June 22, 2009

Lançamento da Revista Brilho no Escuro.



Saturday, June 13, 2009

Aos Dezassete.
(clique para aceder ao blogue)

Sunday, June 7, 2009

A crítica de Cinema

Foi fundamentalmente com o suplemento do Y, que acompanha o jornal do Público, que me fui informando sobre Cinema, a actualidade e as tendências que estavam muito bem trancritas e criticadas pelo núcleo duro composto por Jorge Mourinha, Mário Jorge Torres e Vasco Câmara. Acho que a crítica do Y sempre foi superior à de outros jornais como o JN e o Expresso, que no entanto conta com Manuel Cintra Ferreira, colaborador da Cinemateca, mas que nunca me entusiamou. Não existem propriamente revista temáticas com uma crítica regular sobre Cinema, contamos com os jornais (a revista Premiere não chega).
Entretanto, desinteressei-me, achei que não valia a pena ler o Y, hoje tenho contacto com críticos dos anos 90 como Regina Guimarães, Saguenail ou A. Roma Torres que são realmente bons, trazidos a lume pelo lançamento de "A Grande Ilusão", hoje extinta.
Quando releio o Y, de vez a vez, acho que é uma crítica que está aquém, ou que se ficam pelo elogio monumental ou pelo juízo desconfiado e falsamente lúcido. Os seus críticos estão a par de uma Ana Cristina Leonardo, responsável pela secção de Literatura do Expresso, que, numa crítica a um volume de contos de Lidia Jorge, falava no cânone, em Poe e Tchekov, basicamente dizia que os seus contos não seguiam as regras, as expectativas. Para mim são críticos péssimos e, como se defendeu Lidia Jorge, não estão par da dimensão criativa de um autor.
No número de 29 de Maio de 2009, Mário Jorge Torres resume assim a relação entre dois filmes contemporâneos, abordando a Alemanha do pós-guerra, "O Homem Perdido", de Peter Lorre e "Aconteceu a 20 de Julho", de Pabst: o primeiro, "... muito marcado pela herança expressionista, consegue transmitir a neurose colectiva do regime", o segundo, "falha na captação da psicose colectiva da Alemanha Nazi, comprazendo-se num narrativa monótona e sem picos de acção, logo inexistente do ponto de vista dramático".
Isto demonstra uma crítica taxativa e académica, nada oudaz; a terminologia dos "picos de acção" nunca fez sentido no cinema moderno e não agrada nem aos defensores de um cinema mais narrativo. Para mim, estes excertos, apesar de desfasados da verdadeira estrutura da crítica original, são demonstração que baste para deixar de ler de uma vez por todas o suplemento Ipsilon.

Onde existe a verdadeira crítica de Cinema, isenta, "limpa" das grandes convenções, capaz ela mesma de inovar, de provocar. Hoje gostávamos de ter o António Guerreiro a escrever sobre Cinema.

"Ler" Roberto Rosselini. texto de Gonçalo Jordão, aluno do Conservatório de Cinema

"Viaggio in Italia" ou o uso do mundo como veículo emocional

Tive que rever Viaggio in Italia nestes dias para um trabalho. Já não o via há alguns anos, e tive algumas, como dizer, 'meias-surpresas' neste revisionamento. Já tudo foi dito sobre este filme, nomeadamente por Rivette na sua Lettre sur Rosselini, por isso vou só apontar que desta vez fiquei sobretudo impressionado com a sequência em Pompeia, já perto do final.
Por entre milenares obras feitas pelo Homem, que resistiram a todas as intempéries e erosões, um casal (George Sanders e Ingrid Bergman) está a caminho da dissolução, enquanto são solidificados em gesso os restos mortais de um outro casal que enfrentou a erupção do Vesúvio abraçados um ao outro, eternizando assim a sua união. Nem a morte os separou. Levante o dedo quem encontrar um dispositivo para iniciar a reviravolta nas intenções das personagens mais genial do que este.
Entretanto, as formas e os espaços, de Pompeia bem como de Nápoles e dos seus museus, adquirem no espectro visível as propriedades das 'paisagens interiores' de Bergman e Sanders... ou será ao contrário? São paisagens emocionais, espaços-reflexo, os que encontraríamos em muito do cinema posterior - por exemplo em Il Grido (Michelangelo Antonioni, 1957). E prolifera a influência deste filme: lembram-se da primeira cena de Climas, o filme de 2006 de Nuri Bilge Ceylan, onde o casal protagonista também mostra sinais de distanciamento por entre ruínas turcas? A longevidade da arquitectura esmaga emocionalmente qualquer um, não precisamos de ir ao cinema para concluir isso...
Em A casa de lava (1994) ou em Juventude em marcha (2006), Pedro Costa exibe também marcas de acolhimento deste filme, ou melhor, da concepção do espaço de Rosselini neste filme, e noutros também - dever-se-ia fazer uma sessão dupla um dia destes, com Stromboli (1950) e A casa de lava...

5.Fevereiro.2009 [acasadabica.blogspot.com]

Sunday, May 31, 2009

http://www.livropelacapa.blogspot.com

Saturday, May 23, 2009

Como o cinema era Belo, por João Bénard da Costa


João Mário Grilo na linha da frente

"Um substituto para o João Bénard da Costa não existe", assevera João Mário Grilo. (...) João Mário Grilo defende a criação de um concurso público para encontrar novo director, à semelhança do que a Fundação Gulbenkian lançou o ano passado para o Serviço de Música. "Isso permite avaliar o que é que existe", justifica.
jornal Público, 22.05.2009

Thursday, May 21, 2009



Isabel Pires de Lima presta homenagem a João Bénard da Costa, em entrevista à Antena 2, apesar das polémicas em que esteve envolvida ainda o ano passado quando veio aos jornais criticar os maus hábitos da Cinemateca Portuguesa. Da outra facção estava Luis Miguel Cintra que a repudiou.
Os tempos são outros. Não há divergências, nem agressões, o homem está morto. É uma nova era para Cinemateca.

Morreu João Benárd da Costa

Saturday, May 16, 2009

Sessão de Cinema. Toby Dammit, de Federico Fellini (1968)